Muitos indivíduos superdotadas demonstram forte incômodo diante de contradições, discursos artificiais e comportamentos socialmente performáticos. Entretanto, quando analisamos o tema com mais profundidade, percebemos que a questão tem uma relação diferente com a coerência, a autenticidade e o processamento cognitivo. Em muitos superdotados, especialmente aqueles com elevada intensidade intelectual e emocional, há uma tendência a perceber inconsistências que passam despercebidas para outras pessoas. Eles costumam conectar informações rapidamente, identificar falhas lógicas em argumentos, notar mudanças sutis de comportamento e perceber quando uma narrativa não se sustenta internamente. Isso pode tornar desgastante participar de interações sociais baseadas apenas em conveniência, formalidade ou manutenção de aparências. Enquanto boa parte das relações humanas funciona apoiada em acordos implícitos, diplomacia e adaptação contextual, alguns superdotados experimentam desconforto genuíno diante dessa dinâmica. Não necessariamente porque sejam “mais honestos”, mas porque seu funcionamento cognitivo frequentemente prioriza coerência interna acima de harmonia social. Em certos casos, a pessoa sente quase uma tensão psicológica ao sustentar algo que considera intelectualmente inconsistente. Esse aspecto pode aparecer desde a infância. Crianças superdotadas, por exemplo, frequentemente questionam regras incoerentes, desafiam justificativas frágeis e têm dificuldade em aceitar respostas baseadas apenas em autoridade. Quando recebem explicações contraditórias, podem insistir no assunto até obter uma lógica que faça sentido para elas. Em ambientes muito rígidos ou superficiais, isso costuma ser interpretado como teimosia, arrogância ou oposição. Na vida adulta, o fenômeno pode assumir formas mais complexas. Algumas pessoas desenvolvem grande habilidade de adaptação social e aprendem a “performar” adequadamente em diferentes contextos. Outras, porém, mantêm dificuldade em sustentar conversas que consideram artificiais, relações marcadas por hipocrisia ou ambientes profissionais guiados por discursos vazios. Isso não significa ausência de inteligência social. Em muitos casos, significa justamente o contrário: a pessoa percebe claramente o jogo social, mas sente resistência interna em participar dele. Por outro lado, existe um risco importante em romantizar esse comportamento. Nem toda dificuldade de adaptação social é sinal de profundidade intelectual. Às vezes, o que parece “incapacidade de fingir coerência” pode estar relacionado à rigidez cognitiva, temperamento , personalidade, impulsividade, falta de repertório social, baixa tolerância à frustração ou dificuldades pragmáticas de comunicação. Em perfis com dupla excepcionalidade, especialmente quando há associação com TEA, essa inflexibilidade pode se tornar ainda mais intensa. Além disso, muitos superdotados aprendem, ao longo da vida, a mascarar pensamentos e emoções para evitar rejeição, conflitos ou isolamento. Alguns se tornam extremamente habilidosos em adaptar linguagem, expressão emocional e comportamento social. Ou seja, inteligência elevada não impede performance social; em certos casos, ela a torna mais sofisticada. Talvez a questão central seja que muitos superdotados vivem uma tensão constante entre autenticidade e adaptação. De um lado, existe a necessidade interna de coerência lógica e emocional. De outro, existe uma sociedade baseada em negociações sociais nem sempre coerentes. O desgaste surge justamente nesse conflito. O que frequentemente ocorre é uma sensibilidade aumentada às inconsistências e uma menor disposição, ou menor tolerância emocional, para sustentar aquilo que não faz sentido internamente. E isso pode ser tanto uma potência quanto uma fonte significativa de sofrimento social. Fontes que sustentam as informações: DABROWSKI, Kazimierz. Positive disintegration. Boston: Little, Brown and Company, 1964.DABROWSKI, Kazimierz; PIECHOWSKI, Michael M.; KAWCZAK, Alicja. Mental growth through positive disintegration. London: Gryf Publications, 1970.DEHAENE, Stanislas. O cérebro no divã: como a neurociência está revolucionando o conhecimento da mente. São Paulo: Vestígio, 2020.FEUERSTEIN, Reuven; FEUERSTEIN, Rafael S.; FALIK, Louis H. Além da inteligência: aprendizagem mediada e a capacidade de mudança do cérebro. Petrópolis: Vozes, 2014.GARDNER, Howard. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artmed, 1995.GROSS, Miraca U. M. Exceptionally gifted children. 2. ed. London: Routledge, 2004.OECHSNER, Kevin N.; GROSS, James J. The cognitive control of emotion. Trends in Cognitive Sciences, Amsterdam, v. 9, n. 5, p. 242–249, 2005.PIECHOWSKI, Michael M. Emotional giftedness: the measure of intrapersonal intelligence. In: COLANGELO, Nicholas; DAVIS, Gary A. (org.). Handbook of gifted education. 2. ed. Boston: Allyn & Bacon, 1997. p. 366-381.RENZULLI, Joseph S. What makes giftedness? Reexamining a definition. Phi Delta Kappan, Bloomington, v. 60, n. 3, p. 180–184, 1978.SILVERMAN, Linda Kreger. Giftedness 101. New York: Springer Publishing Company, 2013.SOUZA, Bruno de; FLEITH, Denise de Souza. Superdotação: modelos teóricos contemporâneos e desafios à identificação. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 38, e38411, 2022.SUBOTNIK, Rena F.; OLSZEWSKI-KUBILIUS, Paula; WORRELL, Frank C. Rethinking giftedness and gifted education: a proposed direction forward based on psychological science. Psychological Science in the Public Interest, Washington, v. 12, n. 1, p. 3–54, 2011.WINNER, Ellen. Gifted children: myths and realities. New York: Basic Books, 1996.
Leitura Recomendada
Leitura Recomendada:“As vulnerabilidades das altas habilidades e superdotação: questões sociocognitivas e afetivas”Autora: Angela VirgolimPublicado em: Educar em Revista, v. 37, 2021.
Na luta por uma educação que acolha as singularidades das nossas crianças, cada passo conta.
Na luta por uma educação que acolha as singularidades das nossas crianças, cada passo conta. Nesta semana, tivemos a honra de conversar com a nossa vice-prefeita Janete Aparecida sobre nosso movimento e sobre os projetos que carrego com o coração cheio de propósito e esperança! Janete ouviu com atenção, acolheu com sensibilidade e, acima de tudo, se mostrou solidária à causa que tanto lutamos! Seu apoio é mais do que um gesto institucional — é um símbolo de que a política pode, sim, caminhar junto com a infância, a educação e o respeito à diversidade humana! ❤️ Seguimos firmes, com amor e coragem, porque nossas crianças merecem ser vistas, compreendidas e valorizadas em toda a sua complexidade. Gratidão, Janete e Prefeitura Municipal de Divinópolis, por abrirem as portas para o nosso movimento e estarem conosco nesta grande jornada pela infância das crianças neurodivergentes, em especial, das crianças Superdotadas e com Dupla Excepcionalidade! Seguimos… 🫂🙏💪🙌 #ahsd#superdotaçãoaltashabilidades#infancia#duplaexcepcionalidade#educacaorespeitosa#naoaobullying#educacaoinclusiva
DIVINÓPOLIS AGORA TEM UMA LEI MUNICIPAL QUE INSTITUI A SEMANA MUNICIPAL DAS ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO A SER CELEBRADA ANUALMENTE!!
Sim!!!!! Agora temos lei! Divinópolis colocou a superdotação na visibilidade! Aos poucos vamos trazendo a conscientização da superdotação e o respeito que esses indivíduos merecem! Divinópolis agora tem a lei que considera a superdotação como um público que merece cuidado, acolhimento e respeito! Nós continuaremos lutando por isso TODOS OS DIAS!!! Mesmo que nos custe a nossa vida, afinal de contas, são as vidas dos nossos filhos!!!! Nossos sinceros agradecimentos ao @rogerviegas que foi o primeiro político que nos recebeu e nos ouviu! Ao deputado @eduardoazevedomg que nos recebeu também para nos ajudar. Ao nosso prefeito @gleidsonazevedovmj que nos recebeu em seu gabinete e ouviu nossa luta e se propôs a nos ajudar de alguma forma. A @erikamunizleao que abriu as portas da Semed para nos deixar falar para muitos profissionais da educação que estavam ali. A equipe da deputada @lohanna.franca que nos orientou e se dispôs a nos auxiliar para que os direitos dos nossos filhos sejam respeitados, e um agradecimento especial às mães, as famílias das crianças superdotadas que uniram forças para trazer mais conhecimentos sobre o tema e principalmente para proporcionar uma melhor qualidade de vida para as crianças!!! #superdotação#divinopolis#direitosdossuperdotados Veja no Instagram LEI MUNICIPAL QUE INSTITUI A SEMANA MUNICIPAL DAS ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO A SER CELEBRADA ANUALMENTE!! Projeto LEI MUNICIPAL QUE INSTITUI A SEMANA MUNICIPAL DAS ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO A SER CELEBRADA ANUALMENTE!! Projeto
O que não pode faltar em uma Avaliação Neuropsicológica para identificar a Superdotação.
Antes de iniciar uma avaliação neuropsicológica para investigação de superdotação, existe uma decisão que muda completamente a qualidade do processo: a escolha do profissional. Identificar superdotação não é aplicar um teste isolado. É realizar uma investigação clínica profunda, baseada em instrumentos atualizados, validados e reconhecidos como padrão-ouro. Um profissional capacitado precisa ter formação específica, domínio de raciocínio clínico e acesso a testes recentes e considerados mais eficientes para avaliação da inteligência, funções executivas, atenção e aspectos socioemocionais. Avaliações feitas com instrumentos desatualizados ou com leitura superficial dos resultados comprometem todo o processo. Outro ponto essencial é a participação ativa da família. A avaliação não acontece apenas na sala de aplicação de testes. Ela envolve anamnese detalhada, questionários, relatos escolares e compreensão do histórico de desenvolvimento. A família precisa se sentir segura, acolhida e compreendida pelo profissional escolhido, porque confiança é parte fundamental de um processo avaliativo responsável. Além disso, é indispensável que o profissional tenha preparo para realizar diagnóstico diferencial. Superdotação pode coexistir com transtornos do neurodesenvolvimento ou quadros psiquiátricos (dupla excepcionalidade), e também pode ser confundida com eles. Sem raciocínio clínico sólido, corre-se o risco de rotular inadequadamente ou deixar de identificar necessidades importantes. Uma avaliação bem conduzida não busca apenas “confirmar superdotação”. Ela busca compreender o funcionamento global do indivíduo e orientar caminhos seguros para intervenção, acompanhamento e desenvolvimento saudável. Arraste para o lado e saiba mais ➡️➡️ * Este conteúdo foi construído com validação técnica da neuropsicóloga Larissa Rodrigues CRP 04/65080 (@psi_larissarodrigues), especialista em avaliação neuropsicológica, superdotação e diagnóstico diferencial.Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo. Conheça mais sobre esse assunto no E-book
A Superdotação só pode ser confirmada após os 6 anos. Será?
A Superdotação só pode ser confirmada após os 6 anos. Será? ERRADO. Primeiro, precisamos entender que a superdotação é um modo de ser, viver, sentir e perceber a vida e as vivências. A arquitetura cerebral diferente do que é tido como padrão possibilita ao indivíduo uma intensidade, complexidade e profundidade em suas percepções. Isso também acarreta em capacidades avançadas de raciocínio, memorização, criatividade e aprendizado. A observação clínica pode ser iniciada desde o nascimento por aqueles que suspeitem de uma superdotação. Bebês e crianças novas já trazem indícios de alta memorização, raciocínio lógico avançado, impaciência e irritabilidade (tédio) com certos estímulos e informações, interesses precoces com assuntos complexos para a idade, curiosidade intensa entre outras. É comum vermos crianças superdotadas que aos 2, 3 ou 4 anos já sabiam ler e escrever, ou ainda que já conheciam todo o mapa mundi, e aquelas que, em tenra idade, já dominavam a base da matemática. É um equívoco enorme alguns profissionais dizerem que a superdotação só pode ser confirmada após os 6 anos. As famílias que optam por aguardar os 6 anos para investigar correm o risco de trazer prejuízos a essas crianças (principalmente se a criança já apresenta desafios sociais), pois a superdotação precisa de ambientes favoráveis para florescer toda a sua potencialidade e prevenir o desenvolvimento de questões de patologias de ordens psicológicas e emocionais. O teste padrão ouro mais eficiente nos dias de hoje, o WISC, só pode ser aplicado a partir dos 6 anos, porém já existem instrumentos, também padrão ouro, validados e capazes de identificar a condição em crianças a partir de 2 anos e meio. E isso pode ser o que confunde os profissionais ou talvez pelo desconhecimento. Esses testes mencionados são restritos aos psicólogos. Portanto, sempre sugerimos às famílias que procurem profissionais da psicologia, de preferência especializados em neuropsicologia, e também em superdotação e diagnóstico diferencial. É essencial juntamente uma avaliação com profissionais da pedagogia (psicopedagogo/neuropsicopegago) pois esses profissionais também possuem ferramentas capazes de indentificar a superdotação e é uma aliada para auxiliar nos desafios escolares. Conheça o E-book ” Verdades Surpreendentes sobre a Superdotação “.
Como é o estudante com altas habilidades/superdotação?
Como é o estudante com altas habilidades/superdotação? É claro que não é regra, MAS no geral os estudantes superdotados são bastante desafiadores. De um lado as famílias não sabem como agir, por outro lado as escolas também tentam e muitas vezes sem sucesso. Estudantes superdotados são curiosos, intensos, possuem uma grande paixão em aprender, mas, não querem aprender o que é proposto na escola. Gostam de desenhar, mas quando precisam desenhar na escola fazem de qualquer jeito. Podem ser amantes de matemática, ciências, geografia, história, mas na escola não querem nem saber de nada disso. O aluno superdotado desmotiva rápido em ambiente escolar justamente porque seu perfil de aprendizagem não é linear, não é padrão. Nunca seguirá o ritmo tradicional. Ele aprende por associações que o próprio cérebro faz de forma muito peculiar. Além disso, indivíduos superdotados possuem uma assincronia no desenvolvimento, ou seja, possuem várias idades no mesmo funcionamento cerebral. Como manter um equilíbrio em uma criança de 6 anos, por exemplo, que atingiu 16, 7, 9, 15, 12, 10 anos nos subtestes do wisc? Todas essas idades precisam de estímulos compatíveis com o que elas trazem, senão não fluirá NADA. Alunos superdotados são basicamente assim: se está muito fácil, não tem sentido e não vale a pena perder tempo fazendo o que é óbvio. Se está muito difícil, também não faz sentido e não vale a pena gastar sua energia em algo que vai demandar tempo. E eles não têm paciência com tarefas longas e repetitivas. Gostam de criar seu próprio processo de aprendizagem. Só funcionam na base da motivação e do sentido. Ao baterem o olho em uma atividade, automaticamente seu cérebro já inicia um processo de associações e quando não chegam a nenhuma conclusão partem para outra, deixando de lado tudo aquilo que não vêem sentido e se fechando em seu próprio mundo. As escolas passam aperto com esses estudantes que aparentemente são preguiçosos, mal criados, não querem fazer nada, vivem desenhando ou mexendo com outras coisas durante as aulas. Eles têm a necessidade de criar padrões e associações o tempo inteiro, é assim que funcionam. E há também questões comportamentais nesse meio. Como tem sido por aí? Conheça o E-book Verdades Surpreendentes sobre a Superdotação
Crianças Superdotadas vieram para quebrar Paradigmas.
Elas vieram para sacudir o mundo e colocar à prova o verdadeiro sentido das regras. Essas crianças são um verdadeiro desafio e levam muitos pais a acreditarem que estão fracassando porque não conseguem colocar limites. Levam muitas escolas a acharem que a culpa é realmente da criação ou que seja um caso de algum transtorno do neurodesenvolvimento. Ainda é muito forte a ideia de que crianças têm que obedecer ao adulto acima de qualquer coisa. Ainda prevalece nas escolas a figura do aluno ideal, que é aquele que permanece sentado por longas horas prestando atenção e fazendo tudo pontualmente. E de repente vem um serzinho que não se contenta com meias verdades, buscando explicações lógicas, enfrentando pais e professores, a verdadeira criança mimada e sem limites, que sempre acaba fazendo o que quer, mas que na verdade só está em busca de um verdadeiro sentido para viver. A superdotação traz um funcionamento ou talvez um “disfuncionamento” capaz de confundir falta de limites, falta de educação, petulância, gênio difícil, sem educação, com dificuldades em muitas questões, incluindo emocionais. Ninguém sabe até que ponto é um ou outro. Mas o peso do próprio nome e a expressão “muito inteligente” acabam anulando todas as possibilidades das referidas dificuldades sobrando então a enorme culpa para os pais de estarem criando mal os seus filhos e um enorme sentimento de inadequação nessas crianças. Apesar dos pesares, essas crianças tem quebrado muitos paradigmas em âmbito familiar e escolar, pois obrigá-las a funcionar no padrão típico tem gerado altas explosões emocionais e até adoecimentos. Isso tem feito com que os familiares e profissionais repensem as estratégias de direcionamento e até mesmo busquem conhecimentos para lidarem melhor com esses indivíduos. Crianças superdotadas irão nos testar e nos fazer refletir tudo o que aprendemos sobre educação e criação de filhos, e também sobre o desenvolvimento infantil, psicológico e pedagógico. Manter-se aos antigos costumes não possibilitará conexões com essas crianças. E sem isso, nada fará sentido.. É necessário coragem para quebrar os paradigmas e atendê-las da forma que elas precisam, respeitando sempre sua essência!
Níveis de Superdotação de Acordo com as Pontuações do QI .
Deborah L. Ruf, Ph.D., é especialista em avaliação de inteligência e interpretações e orientações para crianças e adultos superdotados. Sua pesquisa concentra-se em questões escolares, educacionais, sociais e emocionais relacionados para crianças superdotadas. Em seus anos de pesquisa e estudos, dividiu a superdotação 5 níveis:* Nivel 1: Aproximadamente percentis 87 a 97 em testes padronizados. Termos de Superior a Superdotado Moderadamente em testes de QI. Pontuações de QI de cerca de 117 a 129. Geralmente ocupam entre 1/3 e 1/4 dos alunos numa sala de aula. Começa o jardim de infância com as habilidades de final de ano já dominadas.* Nível 2: Principalmente percentis 98–99 em testes padronizados. Termos Moderado a Altamente ou Muito Avançado em testes de QI. Pontuações de QI de cerca de 125–135. Até um a três em salas de aula típicas. Domina a maioria das habilidades do jardim de infância aos 4 anos.*Nível 3: Aproximadamente 98–99 percentis em testes padronizados. Termos Altamente Superdotados ou Muito Avançados em testes de QI. Pontuações de QI de cerca de 130 a 140. Domina a maioria das habilidades do jardim de infância aos 3 ou 4 anos. A maioria lê espontaneamente com ou sem instrução antes do jardim de infância. Usa números de forma mais intuitiva para todas as operações antes do jardim de infância.*Nível 4: Principalmente o percentil 99 em testes padronizados, embora isto subestime a capacidade da pessoa. Também chamado excepcionalmente para profundamente dotado. Pontuações de QI em escala completa de 135 a 141+ ou 145+ em domínio verbal ou não-verbal ou em domínio específico, por exemplo, raciocínio espacial ou quantitativo.*Nível 5: Principalmente percentis 99,9 em testes padronizados. Gama profundamente talentosa ou altamente avançada em testes de QI. Pontuações em escala completa e domínio de 145+ (um pouco mais baixas se testadas após meados da adolescência). A maioria lê espontaneamente, entende matemática bastante complexa, tem preocupações existenciais aos 4–5 anos de idade, com ou sem qualquer instrução. Alto perfil intelectual em todos os domínios de habilidade, grande impulso interno para aprender em todos os domínios.
E-Book Verdades Surpreendentes sobre a Superdotação
Depois de acompanhar tantas histórias,ouvir tantas dores,e perceber o quanto a superdotação ainda é mal compreendida…Eu organizei tudo isso em um e-book.Um material que explica, acolhe e traz clarezasobre o que está por trás da intensidade,da sensibilidade e da sensação de não pertencimento.Esse não é um conteúdo raso.É um material que pode mudar a forma como você se enxerga, ou enxerga alguém!E, nesse momento, ele está disponível por um valor de lançamento para as primeiras compras: 👉R$59,00Se isso fez sentido pra você,Acesse o link : https://pay.hotmart.com/I103082982A?checkoutMode=0&bid=1774967494542 📌 Dentro desse e-book, você vai entender coisas como:• Por que o simples pode parecer difícil, enquanto o complexo vem com facilidade• Por que nem todo superdotado tem alto desempenho escolar• O que está por trás da insônia, da mente acelerada e do hiperalerta noturno• como se formam os “insights” e o pensamento associativo• A intensidade emocional que não dá pra ignorar e que há uma explicação científica para isso• A sensação de não pertencimento, mesmo sendo capaz• A dificuldade com conversas superficiais• A mente que não desacelera nem quando o corpo para• E por que, às vezes, você se sente um “fracasso” sem entender o motivo.• Vários fenômenos da superdotação que você nem imagina na infância, adolescência e vida adulta E muito mais… São 41 capítulos verdadeiramente profundos, traduzindo a ciência da superdotação para as vivências práticas do dia a dia! Porque nós acreditamos que o conhecimento é capaz de mudar vidas!!!… #ahsd#Superdotação#altascapacidades